Terça-feira, 14 de Julho de 2009

De Volta ao Vôlei...

Vamos voltar a falar de voleibol.

Estamos sem notícia da seleção desde a vitória da Copa Pan-Americana. A equipe já na próxima semana disputa a fase final do Classificatório para o Mundial e, logo depois, inicia sua participação no Grand Prix.

A falta de notícia me leva a crer que o grupo que está se preparando para estas competições mantém-se o mesmo. Não há qualquer sinal da volta da Jaqueline e da Paula (se é que ela já está em condições de jogar). Muito menos há qualquer indício de que alguma das levantadoras será trocada.

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Por parte da Dani Lins, nem é de se esperar qualquer mudança. Acho que já está claro que a posição é dela e a real intenção do Zé é dar rodagem a ela em todos estes campeonatos.

Vamos ver se no Grand Prix, onde há mais fases e possibilidades de mudança, se a Fabíola ou Fernandinha apareça no grupo. Por enquanto, é pouco provável.

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Curiosidade italiana

O time Villa Cortese subiu para a divisão principal do campeonato italiano este ano e tem chamado atenção pelas contratações que tem feito para a disputa da próxima temporada. Normalmente, os times advindos da “segundona” se esforçam pra montar uma equipe que permaneça na elite, mas a ambição do Villa parece ir além.

O clube repatriou as atacantes Aguero, que jogou na Turquia nas duas últimas temporadas e Manuela Secolo. Trouxe do Novara a líbero Paola Cardullo e a central Sara Anzanello. Também contratou a levantadora norte-americana Lindsey Berg e o treinador Marcello Abbondanza.

Em termos de sensação e atenção, o Villa Cortese já ganhou de Bergamo, Pesaro e cia. Em quadra é que serão outros quinhentos...

Sábado, 11 de Julho de 2009

Para se situar na discussão:
Coluna de Andressa Caetano, do Melhor do Vôlei
Matéria do site Melhor do Vôlei
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Devo concordar com o técnico quando ele diz na reportagem que “acha tudo isso ridículo. Inclusive a matéria que trata o assunto(...)”. Acho ridículo que tenhamos que discutir isso, que seja um assunto que paute as matérias da imprensa. Gostaria de falar aqui de qualquer coisa menos disso. Se o atleta é homossexual ou hetero, tanto faz. Nunca isso deveria virar tema de discussão.

Mas não vivemos no mundo ideal e pra alguns interessa saber se tal jogador/a é ou não gay. Isto influencia nos seus “critérios” de escolha. Aí vira questão de discriminação. E se há denúncias de discriminação sexual, temos sim que falar do assunto.

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O Melhor do Vôlei recebeu uma denúncia e foi atrás das informações, o que resultou a reportagem acima. Ao que tudo indica, o motivo pela dispensa não tem a ver com as preferências sexuais da atleta. Imagino que não deve ter sido fácil para o treinador estar na mira de “suspeitas”, ter que ficar justificando uma dispensa que foi baseada, aparentemente, em critérios técnicos.

No entanto, as declarações do treinador no final da entrevista são um tanto confusas e contraditórias. No momento em que ele diz não recriminar o colega de profissão que não aceita homossexuais em seu grupo, ele diz sim a discriminação. “Não sei o tamanho do problema que isso possa causar ao seu trabalho, então acho que ele tem o direito de aceitar ou não em seu grupo pessoas com diferentes orientações sexuais”.

Como assim??? Desde quando discriminação é direito? Eu fico imaginando o mal que um atleta pode trazer por ser homossexual... Os únicos problemas que me vêm à cabeça são os mesmo que podem ser causados por aqueles que são heteros. Ou seja, falta de disciplina, mau comportamento, desrespeito.
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Não é minha intenção dar uma lição de moral, pois não há nada no mundo que mais me irrite do que isso. Sempre procuro me colocar na posição da outra pessoa para entender o que ela pensa, entender o seu lado e suas razões. Mas juro que nesta situação, eu não consigo entender o que passa na cabeça de pessoas que fazem da opção sexual um critério de escolha para o seu grupo de trabalho.

Sábado, 4 de Julho de 2009

O Esquecido Lado B

Eu tento imaginar a motivação das jogadoras principais nesta Copa Pan-americana. E do outro lado, a motivação das reservas. Umas doidas pra ir pra casa, outras loucas para entrar em quadra e mostrar serviço. Eu não entendo porque neste torneio não jogou o time B brasileiro (mesmo que nós não tenhamos exatamente uma equipe que possa ser denominada como “B”). O que íamos perder?

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O Zé é ultraconservador neste sentido. Quando ele fala que irá experimentar tais e tais jogadoras, esqueçam. Ele irá experimentar no máximo 1/4 daquelas que ele falou. No outro ciclo olímpico, ele falou dos planos de criar um time B. Não fez. Que ia testar não sei quantas levantadoras. Não testou.

Não estou dizendo que foi errado ou não. Equipes como Itália e EUA às vezes usam tanto suas equipes “B” que as principais chegam às grandes competições despreparadas. O que digo é que não é o estilo do Zé.

Mesmo sabendo deste conservadorismo do Zé, ainda me indigna o fato de ele estar viajando pra lá e pra cá com Adenízia, Brait e Cia para elas assistirem aos jogos do banco. Aquele velho papo de aprenderem por osmose. Se não foi agora que estas meninas jogaram, quando será então?

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Uma salva de palmas...

Este blog é um espaço destinado ao vôlei feminino de quadra, mas não há como deixar de comentar a despedida de Shelda do vôlei de praia. Não acompanho o esporte e sei por cima dos acontecimentos que envolvem as duplas, mas este “descaso” não me impede de admirar a atleta. Primeiro por ter construído uma carreira rara. Fez parte de uma parceria que durou mais de 12 anos – enquanto as duplas atuais mudam a cada ciclo olímpico – e que foi extremamente vitoriosa. E em segundo, pela habilidade técnica que a manteve forte no circuito mesmo não tendo a altura ideal para o esporte.

Domingo, 28 de Junho de 2009

Das Coisas que Não Entendo

Apesar de saber que o Zé não é muito das experimentações, é irritante ver a escalação com a qual ele começou o jogo na disputa da Copa Pan-americana. Pôs em quadra o time principal, com Sheilla, Mari e Fabi’s e etc. As reservas chegaram a entrar, mas não entendo porque tanto receio em colocá-las logo de início.

Ainda temos jogos pela frente, inclusive hoje (domingo) às 21h e pode ser que com o decorrer da competição ele seja mais “ousado” e dê a oportunidade pra novatas jogarem. Porque, como foi comentado aqui, não vejo qual o melhor momento neste ano para fazer isto. Vamos esperar pra ver...


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Estas novas regras me deixam confusa. É possível inscrever 14 jogadoras, mas não é possível tê-las todas em quadra, é isso? E a segunda líbero simplesmente ocuparia um lugar de uma destas jogadoras reservas? Quero dizer, na prática continua igual? São seis, ou mais precisamente 5, atletas no banco de reservas.

Se for assim mesmo e eu não estiver escrevendo um monte de bobagens, a nova regra não é lá toda esta mudança que exaltaram. Claro que há a vantagem de dar mais opções durante o campeonato, mas durante o jogo continua a mesma coisa.

Alguém sabe me explicar a questão?

Domingo, 21 de Junho de 2009

Veremos, veremos...

Li os comentários de vocês sobre as contratações e os elencos que, provavelmente, teremos na próxima Superliga. Devo concordar que seria bom se o Luizomar investisse na Natalia como ponta e de que a Jaqueline não é exatamente aquilo que o Osasco precisa. Mas não é o caso de se achar que, caso se confirme, a contratação da Jaque seja ruim. Ainda mais na fase que a Sassá se encontra, pode ajudar bastante.

O problema continua no banco. Não no de reservas, mas no da comissão. O Rexona já contou com uma dupla de ponteiras que era Sassá e Jaqueline e saiu campeão. Claro, tinha no comando o Bernardinho e a Venturini como levantadora. O Osasco pelo menos tem centrais que podem compensar no ataque. Vamos ver se vai ser o suficiente....

Ainda tem muuuiitto tempo até chegarmos a SL e os times contarem com seus elencos completos. O bom de tudo é que, depois do susto, não houve debandada de jogadoras. Ainda temos a maioria das jogadoras da seleção aqui no Brasil. Só espero que a SL ganhe em competitividade o que já ganhou em espetáculo.

Domingo, 14 de Junho de 2009

O Sino de Montreux é Nosso!

Finalmente consegui assistir dois jogos inteiros da seleção! Semifinal e final. Gostei, apesar de o torneio e os adversários brasileiros não serem os mais estimulantes.

Não tinha como o Brasil não sair de lá campeão. Vai embora da Suíça com o “troféu-sino” badalando na bagagem e, o mais importante, com alguns pontos positivos que valem a pena ressaltar:

- O bloqueio, fundamento que funcionou tão bem para um início de temporada
- O entrosamento da Dani Lins com as centrais
- A atuação da Fabiana
- A Mari voltando a jogar bem (ou seria Mári? Que acento é aquele escrito na camiseta?)

Foi bom ver, também, na final uma seleção brasileira mais homogênea, jogadas mais trabalhadas e o nosso sistema defensivo aparecendo em momentos importantes.

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Observações inúteis

- Pela seleção italiana, a Ortolani é um caso estranho. Muito cheia de altos e baixos, nunca se sabe o que se esperar dela. Certamente veio com este grupo para ser a jogadora referência, a mais experiente (se formos considerar as passagens pela seleção). Mas as atuações que vi dela foram bem medíocres. Ela recebeu três bolas sem bloqueio para atacar e simplesmente isolou-as.

- O troféu do Montreux - em forma de sino - ganhou em criatividade e inovação. Mas mesmo assim, não o impede de ser um dos mais feios que já vi.

- Por que o Brasil é sempre a única seleção que não coloca o abrigo do uniforme para receber a premiação? Não vou dormir pensando nessa questão...

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Brasil, Mostra as Novas Caras!

Depois de um período de longa “seca”, o mundo do voleibol movimenta-se novamente com o Montreux Volley Masters. Boa parte das equipes participantes vai com elencos consideravelmente diferentes. É o momento de reconhecer o terreno, conhecer os novos nomes e caras destas equipes.

No Brasil as novas caras já são conhecidas por todos, mas a expectativa é vê-las estampadas com a camiseta da seleção. Apesar da minha dificuldade em me desapegar do grupo passado, espero ver as novatas logo em quadra, em especial a Natália e a Tiemi.

Foi discutido aqui a questão da Natália começar como titular. Achei muito boa a escolha do Zé. O Montreux é pra isso mesmo. Sabemos o que se pode se esperar de Mari, Fabi e Cia. A curiosidade se volta para o desempenho das calouras. E o melhor momento é agora, quando a seleção não contar com a Jaqueline e a Paula. As levantadoras terão mais tempo e espaço para serem testadas. Mas as ponteiras, nem tanto.

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Mauro Grasso, sobre a tentativa do São Caetano em contratar a central Valeskinha:

"Ela fez uma série de exigências. Primeiro queria aumentar o período de férias e consequentemente da apresentação. Depois disse que teria a necessidade de ter mais folgas, além das normais que as demais jogadoras teriam ao longo da temporada. Não concordei e dessa forma ela não vem mais. "
(fonte: blog Brunno Voloch)


Tá podendo a senhora, não? Imagino que ela deva estar cansada, de saco cheio da rotina “voleibolística” e, convenhamos, ela não é nenhuma jovem iniciante. Mas que pega mal ficar fazendo tantas exigências, isso pega. Se, depois de Atenas, pegou mal até pra Fernanda Venturini, imagina pra ela!

Valeskinha vai ter que fazer igual a Bia, que temporada passada só aceitou jogar em um clube que desse a ela uma rotina diferenciada. A questão é que não há grande equipe que almeje o título que vá aceitá-la com todas essas exigências. Aí é partir pra times medianos pra baixo onde ela pode ser aquela famosa “jogadora experiente”.

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Ah, que saudade eu tenho...

Tenho uma certa aflição quando inicia um novo ciclo na seleção brasileira. Não, não é por questões técnicas ou de desempenho. É mais relacionada à passagem do tempo e as mudanças.

Explico. Sempre penso que não vou me acostumar com os novos nomes agora presentes. Que seleção boa mesmo era aquela com a Ana Moser e Márcia Fu. Depois a de Virna e Leila. E assim por diante.


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Parece bobo, mas crio uma relação afetiva com cada grupo da seleção. O último, na realidade, mudou muito pouco. Saiu a Fofão, essa sim um símbolo importante. Mas o resto do grupo é praticamente o mesmo. A questão é que começa uma nova era, novos objetivos.

E o primeiro ano pós-Olimpíadas não é muito inspirador em termos de campeonatos. É tempo de renovações e experimentações. Normalmente inicio já desanimada, meio contrariada até. Sinto falta até da Valeskinha que não era nem perceptível no grupo anterior.

Sei que é só assistir algumas partidas e já começo a ganhar ânimo e me envolver com esse novo tempo. Mas até lá, fico num saudosismo...


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Para piorar minha crise sentimental de quinta categoria, o Rexona não será mais Rexona. O time se chamará Unilever. O Finasa não existe mais, agora o Rexona... Quer dizer que o clássico será Osasco x Unilever? Nãooo! Estão acabando com todas as minhas memórias afetivas!

E por que acabaram o Solo Tietê, L’acqua di Fiori, Leite Moça? Onde estão Vera Mossa, Tina, Ida? Até a Patrícia Cocco e a Kika não aparecem mais nas quadras!!!

Sábado, 30 de Maio de 2009

Rumos Incertos

É impressão minha ou o mercado de transferências este ano está mais lento? Porque confirmações oficiais mesmo temos poucas até agora.

Sobre duas jogadoras que ainda não se tem notícias, vou dar meus sábios conselhos sobre qual rumo devem seguir.

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Paula. Não se tem qualquer suspeita se continua ou não no Brasil. Acredito que a recuperação da lesão pode ser fundamental na escolha dela. Ou melhor, deveria ser fundamental. Sabe-se lá onde ela pode se meter, com quais profissionais de preparação física e quais cuidados ela terá.

Podem botar a Paula pra jogar mesmo sem ter as melhores condições. Afinal, os clubes buscam resultados em curto prazo, vão querer ter o retorno do dinheiro investido na contratação dela. E nós, torcedores da seleção brasileira, não queremos uma Paula “meia-boca” como no último Mundial. Aliás, em 2006 nem meia-boca ela tava, era pior que isso. Por uma Paula inteira no Mundial, jogar no Brasil é fundamental! (essa foi braba...)

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Jaqueline. A confirmação do Angelo Vercesi como treinador do Pesaro pode ser um ponto favorável para ela continuar lá. Sei que as esperanças dos torcedores do Pesaro são poucas. Dizem que a redução de salários põe de vez a brasileira pra fora do clube. Mas, se é uma escolha da Jaqueline, é bobagem ela sair só por causa do salário. Claro que é fácil falar do dinheiro dos outros, mas como não ganho sequer 1% daquilo que ela deve receber, imagino que a Jaqueline deve se contentar com o que lhe oferecem (e não deve ser pouca coisa).

Afinal, há tantos outros pontos positivos que compensam o dinheiro. Continuar treinando com um brasileiro é um. Outro é o ambiente que ela diz estar muito bem adaptada. Continuar atuando num campeonato e numa equipe forte com objetivos grandes a serem alcançados são mais dois pontos favoráveis a sua permanência. Conseguir manter o bom desempenho também é importante (apesar da infinita discussão aqui no blog sobre isso). E por último, porém não menos importante, estar próxima ao Murilo, o que conta muito pra Jaqueline (e contaria pra muitas mulheres também).
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Obs: Alguma notícia da Renatinha? Será que ela volta para o Brasil?

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Capitã Lins

O Zé Roberto escolheu como capitã da seleção feminina a levantadora Dani Lins. O treinador declarou que “este é o momento de dar uma responsabilidade maior para a Dani”.

Não imaginava que ele fizesse esta escolha, nomear como capitã uma das novatas. Muito menos a levantadora, que já carrega o peso de comandar o time campeão olímpico no lugar da Fofão e que ainda está em busca de se firmar entre as titulares. É claro que dá pra entender as intenções do Zé, está testando como a Dani lidará com todas as funções e responsabilidades.

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Provavelmente essa posição de capitã passará por outros nomes antes de termo alguém definitivo como a representante do grupo. Ainda assim, penso que faria mais sentido que, num primeiro momento, o “bastão da capitania” fosse passado para alguma das mais experientes, entre Fabiana, Sheilla ou Mari. Só a responsabilidade de ser a levantadora titular da seleção já era suficiente para Dani Lins.

O Zé ainda acrescentou: “Já tive atacante como capitã, mas sempre que posso opto pela levantadora.”. Curioso. Não me recordo qual foi o treinador (terá sido o Bernardinho?) que falou exatamente o contrário. A levantadora já tem responsabilidades demais. Se puder, é melhor evitar que a ela também assuma o papel de capitã.

Bom, cada um com suas razões...

Fonte: CBV

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Quero agradecer a todos que, apesar do atraso das atualizações do blog, continuam visitando, deixando seus comentários e nos informando sobre as novidades do mercado de transferências. Ultimamente está difícil postar regularmente devido a compromissos de estudo e também aos poucos acontecimentos do vôlei. Por isso, peço desculpa e paciência pra quem gosta de acompanhar o blog! Lembrando que aqui será sempre um espaço aberto para quem quiser deixar sua opinião!